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Moradora de Jardim Alegre relata o sofrimento no aniversário da filha desaparecida em 2009 e que nunca mais foi encontrada; Ariele Botelho completou 18 anos em dezembro.

O caso ocorreu em maio de 2009 e gerou grande comoção

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Há 16 anos a pequena Ariele Botelho, á época com 2 anos de idade, desapareceu misteriosamente da residência da família em uma área rural de Lidianópolis. O caso permanece sem solução.

Em entrevista ao comunicador Juliano Barbosa, a mãe de Ariele, Neusa Assis, que hoje reside em Jardim Alegre, relatou a angústia que vive no aniversário de 18 anos da filha, mas que tem muita esperança em encontrá-la. Ariele Botelho completou a maioridade no dia 15 de dezembro de 2024. 

"Eu entrego nas mãos de Deus todo dia. Essa pessoa que está com ela, não vai tentar ficar muito tempo escondendo. Eu sou forte, acredito que Deus está me dando força. Eu vou encontrar. Eu não fico sem a minha filha."Disse a mãe. Ouça acima a fala completa.

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Quando a criança sumiu, a família morava no sítio havia apenas oito dias. "Morávamos em Manoel Ribas, mas viemos morar com o meu pai para ficar mais fácil para o meu marido ir trabalhar e, quando eu precisar ir ao médico, ter com quem deixar a menina", afirmou Neusa na época do ocorrido.

Segundo Neusa e o esposo Carlos Botelho, vizinhos e amigos ajudaram nas buscas da filha em sítios e plantações da região, além de terem espalhado fotos por toda a cidade, mas sem sucesso. "Ninguém sabe para onde ela foi nem tem pistas de nada. O pessoal fala que ela foi roubada", contou a mãe.

Ariele está desaparecida desde 15 de maio de 2009, quando saiu de casa às 9 horas da manhã do quintal do sítio. Neusa contou que a filha havia ido colher mexerica com a prima no pomar. "Ela foi, mas quis voltar. Eu estava fazendo polenta para ela, quando ela saiu de casa para o quintal. Quando fomos atrás dela, ninguém mais a encontrou", lembra. 

Pode ser uma imagem de 1 pessoa, criança, a sorrir, mota e a scooter

O caso gerou repercussão nacional. Na época, uma equipe de investigadores do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), de Curitiba, auxiliou nas buscas. Na ocasião os investigadores colheram sangue dos pais da menina para comparar o DNA. As equipes do corpo de Bombeiros de Ivaiporã e Maringá auxiliaram nas buscas. Foram necessários também o uso de cães farejadores.

Esperamos que muito em breve,o caso seja solucionado, colocando um fim no sofrimento dessa família. Que Ariele, agora jovem, possa voltar para trazer de volta a felicidade de todos, principalmente dos pais Neusa e Carlos.

Pode ser uma imagem de 3 pessoas, bebé e a pessoas a sorrir

 

 

 

Juliano Barbosa

Publicado por:

Juliano Barbosa

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