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Domingo, 03 de Maio 2026
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Família de Ivaiporã inicia campanha para salvar o pequeno Leo, diagnosticado com cranioestenose

Cirurgia urgente custa R$ 200 mil e precisa ser realizada em até 60 dias para garantir o desenvolvimento saudável do menino

Família de Ivaiporã inicia campanha para salvar o pequeno Leo, diagnosticado com cranioestenose
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O casal Milena Ferreira e Alex Rodrigues, moradores de Ivaiporã, iniciou uma campanha solidária para ajudar o filho Leonardo, o Léo, diagnosticado com cranioestenose tipo escafocefalia — uma condição rara que impede o crescimento adequado do crânio e pode comprometer o desenvolvimento do cérebro.

O caso requer cirurgia de urgência, que precisa ser realizada em até 60 dias, ao custo estimado de R$ 200 mil. O procedimento é essencial para permitir que o cérebro do menino tenha espaço para crescer e se desenvolver de forma saudável.

Entenda o que é a cranioestenose

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A cranioestenose ocorre quando uma ou mais suturas — as junções entre os ossos do crânio — se fecham antes do tempo correto. Isso impede que o crânio se expanda à medida que o cérebro cresce, podendo causar deformidades na cabeça, pressão intracraniana e sequelas neurológicas.

No tipo escafocefalia, identificado em Leo, a cabeça cresce de forma alongada, para frente e para trás, em vez de se expandir para cima, indicando o fechamento da sutura sagital, localizada no topo da cabeça.

A única forma de correção é uma cirurgia neurológica especializada, que reposiciona os ossos do crânio para liberar o crescimento cerebral.

A luta da família

Em entrevista ao comunicador Juliano Barbosa, a mãe Milena Ferreira relatou como a família recebeu o diagnóstico e a dificuldade para conseguir atendimento pelo sistema público:

“No último dia 15, tivemos o diagnóstico do Léozinho. A cranioestenose é o fechamento precoce da sutura do topo da cabeça, o que faz com que o cérebro não tenha espaço para crescer.
Precisamos fazer essa cirurgia o quanto antes. Ela é muito cara, e não temos condições de arcar com o valor. Se o cérebro continuar sendo comprimido, pode afetar a visão, o desenvolvimento motor e até a audição dele.”

Leonardo tem quatro meses de idade cronológica e dois meses de idade corrigida. Ele é um bebê prematuro, nasceu com 30 semanas e 6 dias e ficou 71 dias na UTI Neonatal da Ivaiporã.

Após a alta, o casal buscou alternativas e encontrou o Dr. Alexandre Canheu, neurocirurgião em Londrina, que confirmou o diagnóstico e orientou a realização urgente da cirurgia.

“Pelo SUS, o Leonardo saiu da neonatal já com pedido de acompanhamento, mas até agora, dois meses depois, nem a consulta com o neuropediatra foi marcada. Nós não podemos esperar”, desabafou a mãe.

A família precisa arrecadar R$ 200.000,00 em 2 meses para custear a cirurgia e o tratamento.

Assista ao vídeo publicado por Milena nas redes sociais, onde a mãe esclarece mais detalhes da situação.

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Juliano Barbosa

Publicado por:

Juliano Barbosa

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